Globalização e Transnacionalismo

A globalização do mundo real e virtual, a complexidade do sistema internacional e a falta de transparência dos mercados financeiros internacionais, cada vez mais interdependentes, possui vantagens e desvantagens. No âmbito da Segurança e da Defesa, o transnacionalismo das ameaças e riscos como o terrorismo e o crime organizado tem tido um impacto significativo sobre os povos, e nas relações entre Estados, sobretudo no período posterior aos ataques de 2001.

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SOUSA GALITO, Maria (2011). Globalização e Transnacionalismo. CI-CPRI, AO, N.º 23, Outubro, pp. 1-5.

Portugal e a CPLP – Segurança e Defesa

Resumo

O artigo desenvolve a sua argumentação no âmbito da segurança e da defesa. Analisa a importância estratégica para Portugal da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Avalia a evolução dos acordos desenvolvidos pela referida organização internacional para fazer face às novas ameaças e riscos das últimas décadas, para combater o crime organizado transnacional, nomeadamente o tráfico de armas, de pessoas e o narcotráfico, através de uma colaboração mais estreita entre os Estados-membros.

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SOUSA GALITO, Maria (2011). Portugal e a CPLP – Segurança e Defesa. CI-CPRI, AI, Nº9, Outubro, pp. 1-24.

11 Setembro – 10 Anos

SOUSA GALITO, Maria (2011). 11 Setembro – 10 Anos Depois. CI-CPRI, AO, N.º 22, 28 Agosto, pp. 1-5.

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O 11 de Setembro de 2001 foi um acontecimento geopolítico relevante. Por um lado, envolveu ataques terroristas à larga escala, do tipo indiscriminado (porque não existia um alvo definido, apenas a população de um determinado local) e transnacional, o que criou dificuldades a uma resposta clausewitziana por parte do Estado “agredido”. Pelo que as guerras “regulares e convencionais” no Afeganistão e no Iraque foram difíceis de defender perante a opinião pública (em especial fora dos EUA), não tinha sido um “país” ou um “povo” a declarar guerra, mas um poder errático.

Ver também: 11-Setembro

Ver igualmente: 11-Setembro

Geopolítica e História

As relações entre pessoas e entre países são fruto de equilíbrios de poder (balance of powers) entre povos e soberanias que se sucederam nos últimos séculos, os quais produziram efeitos no longo prazo, tais como o racismo, a xenofobia e o choque de civilizações.

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SOUSA GALITO, Maria (2011). Geopolítica e História. CI-CPRI, AO, N.º 21, pp. 1-5.

Liberdade

Etimologicamente, liberdade designa a isenção de um vínculo e traduz-se geralmente no poder fazer ou não fazer; neste sentido, diz respeito à actividade externa, podendo ser assentida ou circunscrita por causas ou agentes externos de ordem física, civil, política, religiosa ou outras. Há também uma liberdade moral ou psicológica, um querer ou não querer, um poder intrínseco propriedade da vontade, através do qual cada pessoa valoriza, escolhe e decide, por sua iniciativa, a sua conduta.

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SOUSA GALITO, Maria (2011). A Liberdade. CI-CPRI, AO, N.º 20, 25 Maio, pp. 1-5.

A vontade

A vontade é um apetite racional. Na deliberação, tudo é pesado na balança. Após a avaliação dos prós e contras, vem a decisão por uma das alternativas e, finalmente, a execução, que aplica à prática o que foi resolvido na fase imediatamente anterior. Na contemporaneidade, considera-se a inteligência biológica, que evolui no sentido de permitir a sobrevivência e prolonga qualitativamente a existência humana.

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SOUSA GALITO, Maria (2011). A Vontade. CI-CPRI, AO, N.º 19, 24 Maio, pp. 1-7.

Verdade (III)

No séc. XXI, reina o relativismo. Recusa-se o valor absoluto do conhecimento. O discernimento varia segundo a mente do sujeito (o que é verdadeiro para uns não o é necessariamente para outros), a experiência e o contexto. A verdade é que não há verdade. Resvala-se na absolutização do nada. O ser humano almeja-se livre, autónomo e espontâneo. O relativismo afirma-se como o garante dessa liberdade. Mas em consciência não há relativismo, há transparência.

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SOUSA GALITO, Maria (2011). Verdade (III). CI-CPRI, AO, N.º 18, 23 Maio, pp. 1-5.

 

Verdade (II)

Mas se caminhamos numa direcção insatisfatória (já nem digo errada, porque na era do relativismo impera o que é útil, eficiente e confortável), não será melhor parar um pouco para reflectir sobre o que fazer? Para quê insistir no que já não resulta? Sem coragem para a verdade, identificar-se-ão problemas apenas parciais e as soluções encontradas acabarão por ser mecanizadas e conjunturais. Jamais se resolverão as questões de fundo e o barco continuará a afundar.

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SOUSA GALITO, Maria (2011). Verdade (II). CI-CPRI, AO, N.º 17, pp. 1-3.

Verdade (I)

Enquanto há vida há obstáculos, mas estes são oportunidades para evoluir positivamente em nome de uma verdade mais íntima. Admitir um erro pode ser a janela indispensável para algo melhor. Portanto, mais vale uma verdade dura que ilumina o caminho em sabedoria e experiência, do que mentiras arrastadas que bloqueiam uma pessoa de sentir, de viver e de sonhar.

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SOUSA GALITO, Maria (2011). Verdade (I). CI-CPRI, AO, N.º 16, pp. 1-4.