Atas/Artigos Externos (2)

Livros/Artigos de Investigação Externos (1)

Livros

  • 2014. LOPES, Carlos e SANGREMAN, Carlos e SOUSA GALITO, Maria (2014). A Diáspora Portuguesa em Angola (2002/2012). Lisboa: Fundação Portugal África. ISBN: 978-989-96473-2-9

Artigos de Livros

Artigos em Revistas de Circulação Internacional

Eutanásia?

O país possui elevados índices de suicídio, de depressão e de consumo de antidepressivos. É num país com estas características e com outras prioridades que se quer despenalizar a eutanásia? Os riscos são grandes. Admitindo que cada qual tem o direito à sua opinião, nesta matéria, leva-se em consideração que legislar é uma questão de interesse nacional; que este tema é fraturante e demasiado sensível para ser empurrado por lóbis, modas ou motivações pessoais. O debate público é indispensável. Por princípio, a lei deve sempre proteger os mais fracos e não pode colocá-los em perigo. A opção deve ser aquela que produz menos efeitos negativos para a população no seu todo.

Ler em PDF: Eutanasia

SOUSA GALITO, Maria (2017). Eutanásia? CI-CPRI, Artigo de Opinião, N.º 34, Fevereiro, pp. 1-2.

 

 

As elites querem viver em Democracia ou em Oligarquia?

crowd brexit

O governo da elite chama-se Oligarquia, não é Democracia. Se o povo é esperto quando vota no que a elite quer e estúpido quando escolhe outra solução, então essa massa crítica talvez desejasse viver noutro regime político.   

Ler em PDF: oligarquia-democracia

SOUSA GALITO, Maria (2016). As elites querem viver em Democracia ou em Oligarquia? CI-CPRI, Artigo de Opinião, N.º 32, Novembro 9, p. 1.

Paradiplomacia

paradiplomacia

Ler em PDF: Paradiplomacia

O artigo de investigação propõe uma pequena abordagem ao conceito de paradiplomacia num contexto de enfraquecimento do Estado-Nação, de globalização e de maior integração dos países em blocos regionais, mormente no caso da União Europeia (UE).

O primeiro capítulo testa as seguintes hipóteses: 1) quando um país investe menos em diplomacia e mais em paradiplomacia de regiões ou cidades, acelera o processo de integração no seio de um bloco regional; 2) ao fazê-lo, pode deixar de ter meios para continuar a funcionar enquanto Estado-Nação, contribuindo para o enfraquecimento deste modelo específico de Estado; 3) a paradiplomacia é uma das consequências da mudança de paradigma no sistema tradicional das relações internacionais que entretanto se tornou mais complexo.

O segundo capítulo estuda o conceito de paradiplomacia. Avalia alguns tipos de paradiplomacia e contextualiza-os na temática em análise.

Palavras-chave: paradiplomacia, diplomacia, UE, regiões, cidades.

SOUSA GALITO, Maria (2015). “Paradiplomacia”. CI-CPRI, AI, N.º 23, Julho, pp. 1-9.

Emigração Portuguesa em Angola

emigraçao

Emigração Portuguesa em Angola

Ler o artigo em PDF: Emigraçao-Portuguesa-Angola

Este artigo de investigação propõe uma análise quantitativa e qualitativa sobre a emigração portuguesa para Angola nos últimos quinze anos, mais concretamente desde o fim da guerra civil em Angola (2002/2015).

No âmbito deste tema, o primeiro capítulo analisa estatísticas do último Censo realizado em Portugal (2011), bem como dados do Pordata (2015), do INE (2011) e do Observatório da Emigração/ Direção Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (2015).

Um segundo capítulo foi redigido sobre a perceção dos portugueses em Angola. Oferece um resumo sobre a informação facultada por cerca de cem pessoas num trabalho de campo realizado durante dois meses e meio não consecutivos em 2013, por cinco províncias angolanas: Luanda, Cabinda, Benguela, Huíla e Huambo.

O texto que aqui se apresenta visa interpretar da forma mais neutra possível as estatísticas disponíveis e expõe a opinião dos entrevistados evitando, tanto quanto possível, emitir parecer sobre os assuntos em debate, conjugando apenas a informação recolhida.

Palavras-chave: Emigração, Portugal, Angola

SOUSA GALITO, Maria (2015). “Emigração Portuguesa em Angola”. CI-CPRI, AI, N.º 22, Junho, pp. 1-13.

Boko Haram

SOUSA GALITO, Maria (2015). Boko Haram. CI-CPRI, AI, N.º 21, Janeiro, pp. 1-18.

Ler em PDF: Boko-Haram-AI-21

Resumo

Este artigo estuda o grupo armado de origem nigeriana conhecido por Boko Haram, o qual consta como terrorista nas listas internacionais da ONU, do Reino Unido e dos EUA. O objetivo é estudar o enquadramento do seu aparecimento e principais propósitos; averiguar potenciais apoios e parcerias estratégicas; e analisar algumas das estatísticas disponíveis para o Boko Haram e para a Nigéria, para melhor contextualizar os efeitos que produziram.

Palavras-chave: Boko Haram, Terrorismo, Jihad, Extremistas, Nigéria, Sahel.

 

Abstract

This paper studies an armed group of Nigerian origin popular under the name of Boko Haram, currently listed as terrorist by the UN, the UK and the US. The research tries to explain the framework in which appeared, and main purposes; to determine who may possibly support it, to identify strategic partnerships; and to examine available statistics on Nigeria, Boko Haram and the effects this group produces.

Keywords: Boko Haram, Terrorism, Jihad, Extremists, Nigeria, Sahel.

Comentário ao Terrorismo em França

Ler em PDF: Terrorismo-França

O terrorismo alimenta-se do efeito-surpresa e os seus agentes não são completamente controláveis, mas é preciso referir que a França já registava vários episódios de terrorismo fundamentalista islâmico (alguns dos quais abortados pela polícia, como foi confirmado pelas autoridades nacionais). Paris era há muito uma capital de risco. Os cartoonistas do jornal satírico recebiam regularmente ameaças de morte, tanto que estavam sob vigilância policial. Os perpetradores dos ataques terroristas tinham cadastro e eram referenciados pelas autoridades francesas há anos, um dos quais até constava da lista norte-americana dos que não podiam viajar para os EUA. Sendo assim, pode-se concluir que o ocorrido era expectável mais cedo ou mais tarde.