Paradiplomacia

paradiplomacia

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O artigo de investigação propõe uma pequena abordagem ao conceito de paradiplomacia num contexto de enfraquecimento do Estado-Nação, de globalização e de maior integração dos países em blocos regionais, mormente no caso da União Europeia (UE).

O primeiro capítulo testa as seguintes hipóteses: 1) quando um país investe menos em diplomacia e mais em paradiplomacia de regiões ou cidades, acelera o processo de integração no seio de um bloco regional; 2) ao fazê-lo, pode deixar de ter meios para continuar a funcionar enquanto Estado-Nação, contribuindo para o enfraquecimento deste modelo específico de Estado; 3) a paradiplomacia é uma das consequências da mudança de paradigma no sistema tradicional das relações internacionais que entretanto se tornou mais complexo.

O segundo capítulo estuda o conceito de paradiplomacia. Avalia alguns tipos de paradiplomacia e contextualiza-os na temática em análise.

Palavras-chave: paradiplomacia, diplomacia, UE, regiões, cidades.

SOUSA GALITO, Maria (2015). “Paradiplomacia”. CI-CPRI, AI, N.º 23, Julho, pp. 1-9.

Emigração Portuguesa em Angola

emigraçao

Emigração Portuguesa em Angola

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Este artigo de investigação propõe uma análise quantitativa e qualitativa sobre a emigração portuguesa para Angola nos últimos quinze anos, mais concretamente desde o fim da guerra civil em Angola (2002/2015).

No âmbito deste tema, o primeiro capítulo analisa estatísticas do último Censo realizado em Portugal (2011), bem como dados do Pordata (2015), do INE (2011) e do Observatório da Emigração/ Direção Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (2015).

Um segundo capítulo foi redigido sobre a perceção dos portugueses em Angola. Oferece um resumo sobre a informação facultada por cerca de cem pessoas num trabalho de campo realizado durante dois meses e meio não consecutivos em 2013, por cinco províncias angolanas: Luanda, Cabinda, Benguela, Huíla e Huambo.

O texto que aqui se apresenta visa interpretar da forma mais neutra possível as estatísticas disponíveis e expõe a opinião dos entrevistados evitando, tanto quanto possível, emitir parecer sobre os assuntos em debate, conjugando apenas a informação recolhida.

Palavras-chave: Emigração, Portugal, Angola

SOUSA GALITO, Maria (2015). “Emigração Portuguesa em Angola”. CI-CPRI, AI, N.º 22, Junho, pp. 1-13.

Boko Haram

SOUSA GALITO, Maria (2015). Boko Haram. CI-CPRI, AI, N.º 21, Janeiro, pp. 1-18.

Ler em PDF: Boko-Haram-AI-21

Resumo

Este artigo estuda o grupo armado de origem nigeriana conhecido por Boko Haram, o qual consta como terrorista nas listas internacionais da ONU, do Reino Unido e dos EUA. O objetivo é estudar o enquadramento do seu aparecimento e principais propósitos; averiguar potenciais apoios e parcerias estratégicas; e analisar algumas das estatísticas disponíveis para o Boko Haram e para a Nigéria, para melhor contextualizar os efeitos que produziram.

Palavras-chave: Boko Haram, Terrorismo, Jihad, Extremistas, Nigéria, Sahel.

 

Abstract

This paper studies an armed group of Nigerian origin popular under the name of Boko Haram, currently listed as terrorist by the UN, the UK and the US. The research tries to explain the framework in which appeared, and main purposes; to determine who may possibly support it, to identify strategic partnerships; and to examine available statistics on Nigeria, Boko Haram and the effects this group produces.

Keywords: Boko Haram, Terrorism, Jihad, Extremists, Nigeria, Sahel.

Comentário ao Terrorismo em França

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O terrorismo alimenta-se do efeito-surpresa e os seus agentes não são completamente controláveis, mas é preciso referir que a França já registava vários episódios de terrorismo fundamentalista islâmico (alguns dos quais abortados pela polícia, como foi confirmado pelas autoridades nacionais). Paris era há muito uma capital de risco. Os cartoonistas do jornal satírico recebiam regularmente ameaças de morte, tanto que estavam sob vigilância policial. Os perpetradores dos ataques terroristas tinham cadastro e eram referenciados pelas autoridades francesas há anos, um dos quais até constava da lista norte-americana dos que não podiam viajar para os EUA. Sendo assim, pode-se concluir que o ocorrido era expectável mais cedo ou mais tarde.

 

Geoeconomia do Brasil

SOUSA GALITO, Maria (2014). Geoeconomia do Brasil. CI-CPRI, Artigo de Investigação, N.º 20, Dezembro, pp. 1-18.

Ler em PDF: Geoeconomia-Brasil

Resumo

O Brasil foi considerado uma economia emergente em 2001 por Jim O’Neil, que o colocou a encabeçar o acrónimo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China – actualmente BRICA para também incluir a África do Sul). Desde então, o Brasil continua a ser uma das economias a encabeçar o ranking dos países com maior potencial económico futuro e a afirmar-se como uma potência regional. Analisa-se, pois, o papel do Brasil na arena económica internacional e avaliam-se os principais desafios que o país enfrenta no final do primeiro quartel do séc. XXI.

Palavras-chave: Brasil, BRICA, geoeconomia, economia emergente.

Abstract

Brazil was considered an emerging economy in 2001 by Jim O’Neill, who put the country as head of the acronym BRIC (Brazil, Russia, India and China – now BRICA to also include South Africa). Since then, Brazil is still one of the economies leading the ranking of countries with the greatest future economic potential and asserts itself as a regional power. Therefore, this article analyzes the role of Brazil in the international economic arena and evaluates the main challenges that the country is facing at the end of the first quarter of the 21st century.

Passwords: Brazil, BRICA, geo-economics, emergent economy. 

Obrigada/Thank You

obrigado

A Directora do Centro de Investigação em Ciência Política e Relações Internacionais (CI-CPRI) muito agradece o carinho dos leitores e os comentários diários que recebe sobre os artigos publicados. Felicidades para todos.

The Director of the Center of Investigation in Political Science and International Relations (CI-CPRI) is truly thankful for all the support from readers and daily comments/reviews sent about the publications. Best wishes.

Projecto: Geopolítica Portuguesa no Séc. XXI: Perspectiva e Prospectiva

portugal

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Este artigo centra-se no presente e projecta-se no futuro com o objectivo de reflectir sobre os conceitos de geopolítica, de realismo e idealismo políticos. Estuda a geopolítica portuguesa no sentido amplo, mormente em contexto de crise nacional e internacional. E reflecte sobre os desafios que existem e mais se prevêem para Portugal nos próximos anos, com o recurso à análise de cenários geopolíticos prospectivos.

Palavras-chave: geopolítica, Portugal, realismo político, idealismo político, UE.

SOUSA GALITO, Maria (2014). “Projecto: Geopolítica Portuguesa do Séc. XXI – Perspectiva e Prospectiva”. CI-CPRI, Artigo de Investigação, N.º 19, Maio, pp. 1-50.

Entrevistas: Geopolítica Portuguesa do Séc. XXI – Perspectiva e Prospectiva

Entre os meses de Fevereiro e Abril de 2013, foram realizadas entrevistas a peritos cujas opiniões fundamentadas pudessem ser confrontadas por serem diferentes e/ou complementares à análise das matérias em discussão, relacionadas com a geopolítica portuguesa no séc. XXI.

Ler as Entrevistas em PDF: Entrevistas-Abril-2013

SOUSA GALITO, Maria (2013). Geopolítica Portuguesa do Séc. XXI: Perspectiva e Prospectiva. CI-CPRI, Artigo de Investigação, N.º 18, Abril, pp. 1-34.

1.      Apresentação                                                                                          

2.      Entrevista 1 – Professor Doutor João Ferreira do Amaral                

3.      Entrevista 2: Professor Doutor Vítor Bento                                      

4.      Entrevista 3: Prof. Doutor João Duque                                             

5.      Entrevista 4: Major General José Freire Nogueira                           

6.      Entrevista 5: General José Loureiro dos Santos                                

7.      Entrevista 6: Major General Pedro Pezarat Correia                        

8.      Entrevista 7: Dr. Joaquim Aguiar